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terça-feira, 19 de março de 2013

Terceira Opinião #003: Army of Two: The 40th Day (PSP)


Shanghai está ardendo em chamas, vítima de ataques brutais, mas sem qualquer pista a respeito de quem — ou ainda o que — está por trás de tais maldades.
Perdidos neste turbilhão estão Rios e Salem, uma dupla de mercenários autônomos, sedentos por desafios. Esta história já foi contada no Xbox 360 e no PlayStation 3, mas agora chegou a vez dos donos de PSPs conferirem a ação de perto.
A narrativa é basicamente a mesma das demais versões (contando com apenas alguns cortes nas falas), bem como a progressão pelas fases e objetivos. Entretanto, cabe notar que a desenvolvedora praticamente remodelou o game no PSP: agora se trata de um jogo de tiro com câmera superior, exatamente como a vista em Killzone: Liberation e outros clássicos da era SNES.
Esta nova proposta praticamente impossibilita a grande interação entre a dupla e favorece diretamente o desencadeamento de disparos incessantes pela tela, o que afasta o título de sua proposta original. Mas afinal de contas, isto funciona no PSP? Confira!
um ponto comum entre as versões é a presença das escolhas morais, que surgem com o encontro de criaturas, outros personagens e momentos de risco. Elas não têm impacto direto sobre a história, mas podem angariar bonificações ao término do jogo, além de recompensas financeiras.
Após escolher o que se deseja fazer (como matar ou não um tigre), uma cena animada imediatamente tomará a tela, mostrando o que acontecerá no futuro, graças à sua vontade. Por bem ou por mal, as cenas são fortíssimas, contendo assassinatos e sangue. É inegável que elas têm seu impacto sobre o jogador.
Se seus amigos têm PSP? Então os convença a comprar Army of Two: The 40th Day para desfrutar de partidas realmente jogadas em dupla. Com dois cérebros pensando juntos, vocês poderão aniquilar todos os chefes, salvar os reféns e ainda dizimar a coletânea de soldados inimigos que varre os corredores truncados do game.
Conteúdos extras
Antes de começar o game, você deve escolher qual será o personagem e sua respectiva aparência. São seis escolhas ao todo, sendo que quatro delas só são destravadas quando o game é completado (o que é um incentivo ao jogador).
Outra coisa que pode animar alguns a tentarem fechar Army of Two: The 40th Day é a diversidade de armas que podem ser compradas, haja vista que algumas delas são prontamente inacessíveis aos mais inexperientes, visto os custos exorbitantes propostos pelo vendedor de armas.
Para atirar nos inimigos, tudo o que você precisa fazer é pressionar o botão frontal correspondente à direção dele. O game se encarregará de automaticamente corrigir a angulação do disparo e de seguir o oponente à medida que você se desloca livremente (graças ao direcional analógico) pelos cantos da tela, algo que funciona muito bem.
O problema é:
O video game travou? A bateria acabou? Teve que descer correndo do ônibus e desligou por acidente o PSP? Uma pena, afinal de contas Army of Two: The 40th Day não traz consigo um recurso básico de salvar automaticamente o seu progresso... O jeito é “aprender” a salvar constantemente.
Inteligência zero
A Electronic Arts afirma que na versão do PSP a cooperação entre os parceiros continua sendo o foco do game. Isto até pode ser verdade quando se joga conectado a outro PSP, mas em modo single player o resultado é uma catástrofe, graças à burrice extrema do seu parceiro ao longo das missões.
Ele correrá como um idiota, disparando apenas quando lhe convém e pulando de cabeça em todas as armadilhas presentes no caminho. Até mesmo quando o grande círculo das posições de bombas surge ele faz questão de ficar bem alinhado, apenas para dar a você o trabalho de revivê-lo. O mesmo vale nas ruas com ônibus: ele gosta de ser atropelado...
A troca de equipamentos deve ser feita em pontos restritos, nos quais se encontram os vendedores de armas. Em suma, o resultado é bem frustrante.
conclusão

Este é um otimo jogo para se jogar sozinho ou na companhia de um amigo.





segunda-feira, 18 de março de 2013

Dead Space 3 lidera o ranking de vendas de fevereiro e Wii U mantém começo decepcionante



O grupo NPD, que analisa as movimentações e os resultados do mercado de entretenimento digital, reportou que Dead Space 3 foi o jogo que mais vendeu no desaquecido mês de fevereiro. O título número 3 da trama de terror conseguiu ficar à frente de nomes poderosos do mercado como Black Ops 2 e o famigerado Crysis 3.
Em relação aos consoles, o Xbox 360 ainda se mantém firme na liderança de vendas, atingindo a impressionante marca de 302 mil unidades comercializadas no segundo mês do ano. Com esse resultado, a Microsoft acumula 26 meses nos quais a sua plataforma de mesa encabeça a lista dos mais vendidos dos EUA.
Aproveite para conferir abaixo a lista dos dez games que mais emplacaram em fevereiro deste ano:
  1. Dead Space 3
  2. Call of Duty: Black Ops 2
  3. Crysis 3
  4. NBA 2K13
  5. Metal Gear Rising: Revengeance
  6. Aliens: Colonial Marines
  7. Just Dance 4
  8. Far Cry 3
  9. Sly Cooper: Thieves in Time
  10. Madden NFL 13
Por outro lado, o site GamesIndustry afirma que o PlayStation 3 vendeu 263 mil unidades em fevereiro nos Estados Unidos. Já o Wii U ficou bem abaixo dessa marca, tendo vendido “apenas” 66 mil unidades no país. Para os analistas, esse número não configura um desastre total, visto que as vendas devem sofrer um acréscimo no decorrer do ano.
O único elemento que pode deteriorar ainda mais as vendas do console da Nintendo é a falta de jogos AAA (de grande apelo, blockbusters) — isso segundo o analista Ben Schachter, da agência Macquire. Será que a Nintendo anunciará medidas drásticas para alavancar o desempenho comercial do seu novo console? Vamos aguardar.

Segunda me Falaram #003: Sniper: Ghost Warrior 2

Depois de ajudar a salvar Truenda – um país fictício da América do Sul – das garras opressoras da ditadura, chegou a vez de encarar novas missões ao redor do mundo como um atirador de elite. Sniper: Ghost Warrior 2 é a continuação do título de FPS homônimo que fez um relativo sucesso em sua primeira versão, apesar de algumas falhas na inteligência artificial e do excesso nas cenas de ação.
Você assumirá o papel do Capitão Cole Anderson, um Consultor de Segurança Privada, e participará de diversas missões para eliminar alvos selecionados. O jogo segue a mesma proposta de seu antecessor, em que você deverá buscar os melhores pontos para a execução de seus inimigos, sem ser pego durante o caminho ou depois do disparo – e precisará de muita paciência e destreza para alcançar seus objetivos.


É claro que também haverá combates em campo aberto, mas camuflagem, distância e tiros de precisão são os pontos-chave deste jogo. Suas habilidades serão testadas, pois fatores como distância, vento queda do projétil e até seus batimentos cardíacos podem atrapalhá-lo na hora de acertar o alvo. Você empregará técnicas furtivas e assassinatos à mão armada, além de técnicas de ataque (sniping).
O game mantém alguns truques que fizeram sucesso na primeira versão, como as cenas em que  as balas são disparadas em câmera lenta (no bom e velho estilo Matrix). Em algumas situações, Anderson terá companhia para cumprir tarefas.
Sniper: Ghost Warrior 2 usa a Cry Engine 3, o motor gráfico usado em Crysis 2, e tenta melhorar a reputação do título, já que o primeiro jogo apresentou muitos bugs e uma inteligência artificial falha. Mesmo com os patchs de correção, o game continuou ruim nesse aspecto.


sábado, 16 de março de 2013

Samsung revela gamepad bluetooth para o Samsung Galaxy S4

Controle para o Galaxy S4 (Fonte: Engadget)

Além da coletânea de acessórios voltada à saúde dos usuários, a Samsung disponibilizou para testes também um controle sem fio do Galaxy S4. O acessório lembra de cara o controle do Xbox 360, da Microsoft, com direito aos mesmos botões e cores. Já o botão Home é uma mistura entre Android e Wii.
Até mesmo o posicionamento dos comandos analógicos e do d-pad é o mesmo, muito embora não possamos comentar sobre a qualidade dos componentes. Por ser um controle da própria Samsung, é muito provável que ele tenha mais integração com os aplicativos e com o próprio smartphone. Outras opções similares já estão disponíveis no mercado, custando entre US$ 20 e US$ 80.
Sobre os jogos, o que podemos ver na tela do aparelho é uma interface que lembra o modo Big Picture do Steam, com grandes ícones dos jogos dispostos lado a lado. Como tudo isso se integrará ao Google Play, ainda não sabemos. Você pode conferir mais imagens na galeria abaixo.
Fonte: Engadget
Via TecMundo


UR: O perseguidor de desastres

Após ter frustrado a Profecia e, portanto, salvo Uma vez mais Clint City do cataclismo, Pilzken decide juntar-se definitivamente aos La Junta. O chefe táctico ficou impressionado por tantos cidadãos da cidade terem respondido à sua chamada. A partir de agora, não operará mais na sombra. No entanto, fez um inimigo de peso pois o Polit não deixará um homem como ele passear tranquilamente ao ar livre... Encontrarão oPilzken nos packs da loja a partir de agora.

UR: O pequeno Ieti cresceu muito

Durante Uma expedição ao monte Glatz, houve Umaterrível tempestade de neve que separou Tiwi Ld da sua protectora. Utilizando os seus robots para se orientar e enfrentando o frio da neve, Tiwi Ld acabou por encontrar o caminho... enfim, é o que ele pensa, pois em vez de voltar à aldeia Frozn, está de regresso a Clint City!

Tiwi Ld é Uma personagem lendária, disponível unicamente ao realizar as missões que lhe estão associadas. Para obter esta personagem, terá de desbloquear a última missão da mesma antes do dia 12 de mayo às 23h59 (GMT + 2:00).

terça-feira, 12 de março de 2013

Terceira Opinião #002 - Limbo

Neste game você ajudara o garotinho a sobreviver no Limbo, para tentar encontra sua irmã.
Podem ir se preparando para morrer, pois este é um jogo de muita tentativa, ou seja você terá de ser bastante paciente. Mas não fique frustado pois os checkpoints deixará o personagem quase no mesmo lugar.
Com gráficos bem criativos e originais, nada comparado com Crysis, este jogo traz algo bem diferente. É um jogo em plataforma, mas com um detalhe, todo em preto e branco.
Os pontos forte do game  são as ausências menu iniciar diálogos, diálogos e loanding , deixando assim o game bem dinâmico. Além de um ambiente belo ambiente sonoro que deixa o jogo bem macabro. Já o ponto fraco fraco fica por conta de ser relativamente curto, podendo acabar em apena 4 horas.
Concluindo Limbo é um game inovador, diferente de tudo que está por ai. Pode não frustante para aqueles jogadores que não gostam de pensar e adoram ação, mas lhes garanto que os Puzzles são sem dúvidas fantásticos.